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Redação AB, com informações de Renata Veríssimo, do Estadão
Vem aí o PSI 3, como resultado da grande procura pelo PSI, que acabaria em 31 de março. Nesta segunda-feira, 14, o novo programa deve ser feito pelos ministros Guido Mantega (Fazenda) e Fernando Pimentel (MDIC) e Luciano Coutinho, presidente do BNDES.
O banco receberá aporte de R$ 45 bilhões a R$ 55 bilhões do Tesouro Nacional nas linhas de financiamento do Programa de Sustentação do Investimento, criadas para aquisição de máquinas e equipamentos, caminhões e projetos de inovação tecnológica com taxas de juros subsidiadas pelo governo.
No PSI 3 as grandes empresas não terão mais direito a taxas de juros subsidiadas pelo Tesouro — só as pequenas e médias empresas continuarão com o benefício, mas em patamar mais alto que o atual. As novas taxas ainda estão sendo calculadas e podem não passar de 10% ao ano para grandes empresas.
As taxas para compra de máquinas e equipamentos são de 5,5% ao ano enquanto os juros para financiamentos destinados à compra de ônibus, caminhões e tratores no âmbito da Finame (Agência Especial de Financiamento Industrial) são de 8% ao ano. As duas linhas de financiamento para inovação tecnológica têm juros de 3,5% e 4,5%.