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Atualizada às 19h16
Redação AB
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, admitiu nesta quinta-feira, 15, que o governo poderá reduzir a alíquota incidente sobre o faturamento das empresas para que mais setores aceitem participar do Plano Brasil Maior. “Pode ser menor do que 1,5%”, afirmou Mantega após reunião nesta quinta-feira, 15, em Brasília, DF, para tratar do assunto com representantes de quatro setores: autopeças, indústria aeroespacial, têxtil e móveis.
Durante o encontro com o ministro, o presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças), Paulo Butori, fez vários pedidos ao governo, além da desoneração da folha de pagamento. Ele disse que o setor precisa de mais prazo para fazer recolhimento de tributos e maior facilidade de acesso a linhas de crédito e empréstimos de bancos estatais. “Estamos vendo o anúncio de linhas de crédito do Banco do Brasil e da Caixa, mas meus associados dizem que está difícil conseguir”.
Butori afirmou também que a redução da alíquota de 1,5% sobre o faturamento, que substitui a contribuição patronal sobre a folha de pagamento, ajudará a beneficiar mais empresas. “Quanto menor o porcentual, mais empresas serão incluídas”, afirmou Butori, que disse esperar uma resposta do governo até o final do mês em relação à desoneração.
No início desta semana, durante a audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE) realizada no Senado, Guido Mantega adiantou que o governo ampliaria a desoneração da folha de salários das empresas para mais setores da indústria, além de reduzir a alíquota de contribuição sobre o faturamento dessas empresas (leia aqui).
Com informações da Agência Estado.