
De acordo com ele, um conjunto de medidas está sendo estudado para estimular o mercado de etanol. Além de estímulos fiscais, outra medida é a previsibilidade do mercado, com o estabelecimento do porcentual de etanol anidro misturado à gasolina. “A previsibilidade é fundamental”, disse, Almeida afirmou que o porcentual (hoje em 20%) para o ano que vem deve ser adiantado ao mercado. Ele não deu uma data, mas disse ser possível que o anúncio ocorra dentro de semanas ou até o fim do ano.
O presidente interino da Unica, Antonio de Padua Rodrigues, também presente no evento, calcula em R$ 0,07 por litro de etanol o efeito da possível desoneração. Hoje, PIS e Cofins somam R$ 0,12/litro, mas apenas a parte destinada às distribuidoras (60%) poderia ser reduzida.
Também é discutida desoneração de ICMS, mas Almeida considera menos provável esta solução, já que dependeria de um acordo entre estados produtores e consumidores. “Alguma desoneração pode ser boa, toda, não”, disse o secretário.