
Esta será a terceira audiência desde o início da paralisação. Na mais recente, ocorrida em 30 de abril, a Chery concordou em elevar o piso de R$ 1.199 para R$ 1.850, mas os trabalhadores se recusaram a voltar porque querem também que a fabricante assine a convenção coletiva do setor automotivo, um documento que trata de questões como não terceirização de atividades-fim (produção), estabilidade para lesionados e licença-maternidade de 180 dias.
Desde o início da paralisação, cerca de 600 veículos deixaram de ser produzidos. A unidade fabrica o modelo Celer nas versões hatch e sedã. Este é o primeiro veículo da marca feito no Brasil.