
Considerando que a produção diária estava em torno de 30 carros por dia, segundo a Chery, e descontando fins de semana e o feriado ponte dos dias 20 e 21, a unidade terá deixado de montar até lá 330 unidades do Celer.
Os 470 trabalhadores da montadora reivindicam cumprimento de normas coletivas de trabalho, com salários e direitos compatíveis com o setor automotivo. Pela falta de acordo entre a fábrica e os metalúrgicos, o sindicato ajuizou a ação de dissídio coletivo.
Na rodada de negociação mais recente, no dia 14, a Chery propôs reajuste para o piso salarial, que passaria de R$ 1.199 para R$ 1.400 este mês e para R$ 1.470 em setembro (data-base da categoria). As outras faixas salariais ficariam fora do reajuste. A audiência de conciliação está marcada na Seção de Dissídios Coletivos do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de Campinas.