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Greve na Chery caminha para a terceira semana

Os trabalhadores da fábrica de automóveis Chery, em Jacareí (SP), permanecem em greve desde o dia 6 de abril. A audiência de conciliação entre o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região e a montadora, ocorrida durante a quarta-feira, 22, terminou sem acordo. A empresa propôs um novo piso salarial de R$ 1.732, 44,4% acima do valor atual, de R$ 1.199.
Mas a entidade que representa os trabalhadores reivindica R$ 2,5 mil.
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Redação AB

23 abr 2015

1 minutos de leitura

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A audiência ocorreu no Tribunal Regional do Trabalho (TRT, 15ª Região, em Campinas).
O TRT e o Ministério Público sugeriram piso de R$ 1.850, mas a proposta foi recusada pelo sindicato. O caso agora vai para julgamento, em data a ser definida. Em nota, a fabricante informou à imprensa que a proposta de R$ 1.850 será avaliada pela matriz e poderá solicitar uma nova mesa redonda antes que o caso vá para julgamento.

Os metalúrgicos da Chery entraram em greve contra a recusa da empresa em cumprir as normas coletivas de trabalho do setor automotivo. Entre as reivindicações estão a jornada de 40 horas semanais, convênio médico para familiares dos trabalhadores e fim da terceirização irregular. A fabricante começou a montar este ano o modelo Celer. Com a paralisação, estima-se que 360 carros deixaram de ser produzidos.