
O piso passaria de R$ 1.199 para R$ 1.400 este mês e para R$ 1.470 em setembro (data-base da categoria). Ainda pela proposta da Chery, não haveria campanha salarial na unidade este ano. A proposta foi rejeitada na mesa de negociação pelo sindicato e, em assembleia realizada no dia 15, os trabalhadores decidiram entrar com a ação de dissídio coletivo.
O Sindicato reivindica salários e direitos compatíveis com o setor automotivo, como redução da jornada para 40 horas semanais (hoje a Chery impõe 44 horas, segundo o sindicato), fim da terceirização irregular e extensão do convênio médico para os familiares dos trabalhadores.