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Greve na Volvo chega ao fim após 23 dias

Terminou depois de 23 dias a greve na fábrica de caminhões e chassis de ônibus da Volvo, em Curitiba, no Paraná. A montadora subiu de R$ 5 mil para R$ 8 mil o valor da antecipação da primeira parcela da Participação nos Lucros e Resultados (PLR), cujo valor de referência foi confirmado para R$ 30 mil em caso de produção equivalente à registrada em 2014. Se o volume não se repetir, a quantia será proporcionalmente menor.
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cria

01 jun 2015

1 minutos de leitura

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A greve começou no dia 8 de maio, após a Volvo comunicar que encerraria o segundo turno de produção como reflexo da queda nas vendas de caminhões e ônibus. Durante a greve os metalúrgicos conseguiram que a montadora iniciasse um layoff (suspensão temporária dos contratos de trabalho) para os 600 trabalhadores desse período.

O layoff terá duração de sete meses. Os cinco primeiros seguirão o regime normal: os trabalhadores receberão o seguro desemprego e terão o restante do salário complementado pela Volvo. Os dois meses finais serão pagos integralmente pela fábrica.

Também durante a paralisação surgiu um Programa de Demissão Voluntária (PDV). Aqueles que aderirem receberão salários integrais e direitos trabalhistas até dezembro, mais um a quatro ordenados, dependendo do tempo de casa, e também o valor da PLR. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba, os dias parados vão para um banco de horas e serão compensados até 2017.