
A greve começou no dia 8 de maio, após a Volvo comunicar que encerraria o segundo turno de produção como reflexo da queda nas vendas de caminhões e ônibus. Durante a greve os metalúrgicos conseguiram que a montadora iniciasse um layoff (suspensão temporária dos contratos de trabalho) para os 600 trabalhadores desse período.
O layoff terá duração de sete meses. Os cinco primeiros seguirão o regime normal: os trabalhadores receberão o seguro desemprego e terão o restante do salário complementado pela Volvo. Os dois meses finais serão pagos integralmente pela fábrica.
Também durante a paralisação surgiu um Programa de Demissão Voluntária (PDV). Aqueles que aderirem receberão salários integrais e direitos trabalhistas até dezembro, mais um a quatro ordenados, dependendo do tempo de casa, e também o valor da PLR. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba, os dias parados vão para um banco de horas e serão compensados até 2017.