Por enquanto a companhia pretende manter também sua associação à Abeifa, entidade que representa importadores e também fabricantes. “É uma fase de transição. Continuamos importando e acabamos de começar a produzir”, lembra Gleide Souza, diretora de assuntos governamentais da companhia no Brasil. Dessa forma, os dados da BMW aparecerão tanto nos balanços da Anfavea quanto nos da Abeifa.
Na opinião de Arturo Piñero, presidente e CEO da companhia no Brasil, a filiação à entidade é caminho natural. “Enxergamos esse fato de uma maneira muito positiva, uma vez que reforçaremos nossa representatividade junto às diversas esferas governamentais e da sociedade civil como um todo com as quais a entidade se relaciona”, avalia.