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Grupo BMW muda estrutura na América Latina

Helder Boavida (à esquerda), presidente e CEO do Grupo BMW Brasil, agora responde a Alexander Wehr, presidente e CEO para a América Latina
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Redação AB

04 jun 2018

2 minutos de leitura

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O Grupo BMW integrou as operações do Brasil à estrutura do México, América Latina e Caribe, que juntamente com a Argentina formam uma nova zona geográfica. Com a mudança, a operação brasileira deixa de responder aos Estados Unidos. A alteração entrou em vigor em 1º de junho.
Alexander Wehr, presidente e CEO do Grupo BMW México e América Latina, agora será responsável pelas operações em toda a região e contará com reportes de Helder Boavida, presidente e CEO do Grupo BMW Brasil, de Rolf Epp, presidente e CEO do Grupo BMW Argentina, e de Antonio Antela, presidente e CEO dos países importadores da América Latina.

Com essa integração, a mais importante desde 2016 (quando as operações de América Latina e Caribe se fundiram com a do México), o grupo pretende formar uma estrutura mais apropriada às necessidades dos mercados latino-americanos. Em tese, a mudança vai favorecer a produção de veículos em Araquari (SC), onde atualmente são montados os utilitários esportivos X1, X3, X4 e os sedãs da Série 3.
“Os mercados da América Latina são estratégicos para o negócio global. Agora, com a integração do Grupo BMW Brasil, otimizaremos as capacidades das duas plantas no País, integrando-as em breve com a fábrica de San Luis Potosi, no México, agregando de maneira conjunta recursos humanos, operações e uma ampla rede de distribuidores e importadores”, afirma Wehr. A fábrica mexicana começa a operar em cerca de um ano.
De janeiro a maio de 2018, o Grupo BMW México, América Latina e Caribe registrou aumento de vendas superior a 20% no confronto com os mesmos cinco meses do ano anterior. E neste período a divisão brasileira da companhia cresceu perto de 30%, quase o dobro do segmento Premium.