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Grupo de Hong Kong inaugura terminal no Porto de Santos

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Redação AB

11 out 2010

3 minutos de leitura

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O Noble Group, trading global de suprimentos agrícolas e energia com sede em Hong Kong, inaugurou nesta sexta-feira (08/10) seu primeiro terminal portuário no País, o terminal graneleiro 12-A, localizado na margem direita do Porto de Santos, no Paquetá, por onde a empresa pretende movimentar até 2,3 milhões de toneladas de granéis por ano. Apesar da inauguração oficial, o terminal iniciou a operação em julho e desde então já escoou mais de 600 mil toneladas de açúcar, que em alta no mercado internacional, foi a única commodity operada ali por enquanto.

Com capacidade para armazenar 90 mil toneladas estáticas, o armazém do T12 foi construído em uma área de 10 mil metros quadrados e pode operar até 3 mil toneladas por hora, permitindo que navios do tipo Panamax sejam carregados em menos de 48 horas. Já em relação ao recebimento da carga, desde o início da operação, 70% do açúcar escoado chegou a Santos através do modal ferroviário e 30% pelo modal rodoviário.

Mesmo sendo dono de duas usinas de cana-de-açúcar no noroeste paulista (nos municípios de Sebastianópolis do Sul e Meridiana), o Noble pretende utilizar o T12-A não apenas para escoar açúcar, mas também nas exportações de soja. Porém, os interesses da empresa no País vão além dessas duas commodities. “Vamos construir uma área para soja aqui no Brasil, mas tudo que sai da terra, seja para comer ou para construção, nós temos interesse. Tem algodão também e temos muito interesse no minério de ferro”, disse o chairman e fundador do Noble Group, o inglês Richard Elman, explicando que o grupo tem um projeto para minério de ferro na Bahia que deverá ser “o maior do mundo”.

O Noble Group investiu R$ 100 milhões na obra, que demorou 18 meses para ficar pronta. O investimento foi possível através de uma parceria com o Grupo Itamaraty, detentor do contrato de arrendamento da área junto a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), e do qual o grupo internacional agora detém 75% de participação.
Rejane Lima, Agência Estado