|
|||||||||||||||||||||||||||
Redação AB
O grupo PSA divulgou nesta quarta-feira, 27, os resultados globais do primeiro semestre. A companhia registrou lucro líquido de € 806 milhões no período, expansão de 18,5% sobre a primeira metade de 2010. O faturamento avançou 9,7%, para € 31,1 bilhões e o lucro operacional cresceu 1,8%, para € 1,157 bilhão.
A catástrofe do Japão teve impacto negativo de € 147 milhões na divisão automotiva do grupo. Outro dado que influenciou o resultado foi a alta dos preços das matérias-primas, que impactou negativamente em € 366 milhões. Com isso, o lucro operacional da divisão sofreu retração de 22,9% para € 405 milhões. O faturamento foi de € 22,6 bilhões, com alta de 6,7%.
Neste cenário, o crescimento da companhia foi puxado pelo bom desempenho de outras atividades. O lucro operacional da divisão de autopeças, Faurecia, teve expansão de 56,7%, para € 340 milhões, e o da Gefco avançou 1,9%, para € 143 milhões.
Ofensiva internacional
Apesar da queda no resultado da divisão automotiva, o grupo considera ter alcançado um resultado robusto mesmo em um contexto desfavorável. A empresa também deu continuidade à estratégica de expansão global.
Na China, as vendas de veículos da marcas do grupo cresceram 10,2%, para 194,6 mil unidades. A companhia também recebeu autorização das autoridades chinesas para criar uma joint venture com a Changan Automobile. Entre os planos para o mercado da região está o lançamento de 12 modelos e 6 motores até 2015, em parceira com a Dongfeng.
Na América Latica, outro mercado prioritário fora da Europa, o grupo cresceu 21,7% e comercializou 154,4 mil unidades, com 5,9% de market share. O resultado também foi expressivo na Rússia, com venda de 35,4 mil unidades e crescimento de 65,5%. Para ampliar a presença em emergentes, a PSA estuda agora a introdução da Peugeot na Índia.