
O ex-chairman e um dos maiores acionistas da companhia teria levantado a questão a membros do conselho fiscal e ao então CEO do Grupo VW, Martin Winterkorn. Este teria assegurado a Piëch que tudo estava “sob controle”, segundo reportagem de um periódico alemão. Piëch deixou a empresa no primeiro semestre de 2015. O escândalo dos motores estourou nos Estados Unidos em 18 de setembro de 2015 e cinco dias depois disso Winterkorn renunciou ao cargo (veja aqui).
Em nota recente, o conselho de supervisão da Volkswagen afirma que “repudia enfaticamente” as afirmações de Piëch concedidas à imprensa. Segundo a empresa não foram apresentadas provas que indiquem a exatidão dessas alegações, classificadas como “implausíveis”. Sendo assim, conclui a empresa, o conselho administrativo vai examinar a possibilidade de medidas legais contra Piëch.