
Para a especialista, mesmo que decida recorrer à lei de falências dos EUA, a General Motors vai ter de encontrar um equilíbrio entre continuar recebendo os dividendos de regiões como a América do Sul e não deixar de investir nesses mesmos países. “É preciso não fechar essa porta”, destacou para o jornal Valor.
A jornalista lembra que Fritz foi treinado em território brasileiro antes de ser conduzido a postos mais altos da companhia e defende a filial brasileira. ‘Ele passa a ocupar o novo cargo interinamente, mas é bem provável que a escolha seja definitiva. Já faz algum tempo que seu nome vem sendo cogitado no mercado para substituir Wagoner’ – escreveu.