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Henderson defende filial da GM no Brasil, onde foi treinado

“O principal executivo mudou, mas o time continua o mesmo”, disse Letícia Costa, vice-presidente da empresa de consultoria Booz & Company, à jornalista Marli Olmos, do Valor, referindo-se à troca no comando da General Motors nos Estados Unidos. Sai Rick Wagoner, entra Fritz Henderson. Ambos passaram pela presidência da operação brasileira. A executiva explicou também que o pedido de troca no comando da montadora foi um tipo de sinal que o governo dos Estados Unidos deu para dizer que “as coisas vão mudar”.
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cria

31 mar 2009

1 minutos de leitura

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Para a especialista, mesmo que decida recorrer à lei de falências dos EUA, a General Motors vai ter de encontrar um equilíbrio entre continuar recebendo os dividendos de regiões como a América do Sul e não deixar de investir nesses mesmos países. “É preciso não fechar essa porta”, destacou para o jornal Valor.

A jornalista lembra que Fritz foi treinado em território brasileiro antes de ser conduzido a postos mais altos da companhia e defende a filial brasileira. ‘Ele passa a ocupar o novo cargo interinamente, mas é bem provável que a escolha seja definitiva. Já faz algum tempo que seu nome vem sendo cogitado no mercado para substituir Wagoner’ – escreveu.