O compromisso é atingir a meta em 2020, com base nas emissões verificadas em 2000. Paulo Takeuchi, diretor de relações institucionais da Honda South America, informou que a empresa vem monitorando ano a ano as reduções de emissões na América do Sul e que até o fim de 2013 já havia atingido redução de 20% em relação ao ano 2000.
As três empresas da Honda no Brasil – Moto Honda, Honda Automóveis e Honda Energy – investiram de 2011 a 2014 o total de R$ 120 milhões no projeto. A expectativa é conseguir os 30% bem antes da data planejada. Até o fim deste ano o índice deve chegar a 25%, segundo Takeuchi.
“Com certeza vamos chegar a 2020 com uma redução de CO2 muito maior do que os 30% planejados pela Honda Mundial”, disse o dirigente.
Uma das medidas tomadas pela Honda no Brasil para a redução do CO2 foi a substituição da eletricidade por gás. A empresa também investiu em equipamentos modernos, trocou lâmpadas incandescentes por lâmpadas frias e mudou radicalmente o sistema de transporte das motos produzidas em Manaus (AM) e destinadas ao porto de Belém, no Parta, de navios pelo rio Amazonas.
A empresa criou um sistema de transporte baseado numa espécie de cavalo mecânico, onde os palets, que eram de madeira e descartados após a viagem, passaram a ser feitos de metal e reaproveitados.
A América do Sul é um dos seis blocos mundiais da Honda. A região faz encontros semestrais com os representantes das operações na região para monitorar o processo de redução de emissões de CO2.

Transporte das motos Honda produzidas em Manaus agora é feito em patets de metal reaproveitáveis: uma das soluções para reduzir emissões de CO2 nos processos de produção e logística do grupo.
Este artigo foi publicado originalmente na Agência Autoinforme
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