A companhia aponta que há possibilidade de a estrutura do insuflador romper caso seja acionado em colisão frontal. Com isso, existe o risco de que fragmentos sejam projetados no interior do veículo e, em casos severos, possibilidade de incêndio.
O defeito nos airbags fornecidos pela Takata já provocaram recall de 10,5 milhões de veículos no mundo de diversas marcas. A convocação já figura entre uma das cinco maiores já realizadas na indústria automotiva (leia aqui).