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CO2

Honeywell: 50 milhões de turbos variáveis

A Honeywell Turbo Technologies informa que atingiu a marca de 50 milhões de turbos Garrett de geometria variável já produzidos em todo o mundo, desde o lançamento do modelo, em 1995. O primeiro automóvel a usar o turbocompressor desse tipo foi o Fiat Croma 1.9 diesel. Hoje a tecnologia está em sua terceira geração (lançada em 2004 no BMW Série 1) e equipa vários veículos, inclusive no Brasil, onde está presente nas versões diesel das picapes médias Volkswagen Amarok 2.0, Chevrolet S 10 2.8 e Ford Ranger 3.2.
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Redação AB

06 nov 2012

2 minutos de leitura

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Por enquanto, os turbos de geometria variável usados no Brasil são importados, mas os dois principais fabricantes, Honeywell e Borg Warner, não negam a intenção de produzi-los em sua fábricas brasileiras caso a demanda aumente (leia aqui). Isso é esperado nos próximos anos, pois os turboalimentadores têm papel importante na diminuição do tamanho de motores sem perda de potência, para atender às necessidades de redução de consumo de combustível e emissões de CO2. O novo regime automotivo brasileiro prevê o comprometimento das montadoras em melhorar a eficiência energética de seus veículos até 2017, o que eleva as chances de maior utilização de turbos, inclusive em motores a gasolina/etanol.

No turbo de geometria variável, as palhetas são móveis, o que permite à turbina trabalhar com máxima eficiência nas diversas faixas de rotação – é como se o motor tivesse vários turboalimentadores em um só. A atual geração pode ser controlada por um atuador eletrônico, que faz interface direta com a unidade de gerenciamento eletrônico do motor, possibilitando respostas mais rápidas e maior precisão na pressão de sobrealimentação, bem como na recirculação dos gases de escape, no caso dos motores diesel Euro 5 que usam a tecnologia EGR para a redução de emissões de poluentes.