
Os últimos dias foram de movimentações importantes envolvendo trabalhadores de montadoras no mundo. Greve e negociações marcaram as operações da Hyundai, da General Motors, Ford e Stellantis.
VEJA MAIS:– Stellantis e sindicato elevam o tom em debate sobre renovação de contratos– Com menos funcionários, produção de veículos segue estagnada no país
Na Coreia do Sul, funcionários da Hyundai votaram a favor de greve após dois meses de negociações frustadas com a montadora acerca de aumento salarial. O salário médio de um trabalhador da empresa é de cerca de US$ 139, e o sindicato local negociava aumento de 30%.
Your browser doesn’t support this video format.
Uma paralisação marcaria a primeira ação desse tipo em cinco anos relacionada às negociações salariais na montadora sul-coreana. E poderia interromper a entrega de alguns veículos populares, que a Hyundai tem lutado para aumentar devido à escassez prolongada de componentes.
– Garanta seu lugar no #ABX23, o maior encontro do ecossistema automotivo
Sorte diferente tiveram os funcionários de uma fábrica de baterias da GM instalada em Ohio, nos Estados Unidos. A montadora afirmou na quarta-feira, 24, que aumentará o salário dos trabalhadores em 25%. O aumento veio depois que senadores criticaram o piso salarial pago na unidade: US$ 16/hora.
GM, Stellantis e Ford, o trio de ferro de Detroit, estão em negociações para chegar a novos acordos trabalhistas antes que os contratos atuais expirem, em 14 de setembro.
O presidente da United Auto Workers, o sindicato dos metalúrgicos das montadoras nos Estados Unidos, Shawn Fain, disse à agência de notícias Reuters que as três montadoras de Detroit “ainda não estão falando sério” acerca das propostas econômicas pleiteadas pelo sindicato.
