Segundo a empresa, o ritmo de expansão mais lento previsto para este ano é reflexo do aumento da concorrência global. Além disso, a corporação espera queda nas exportações como consequência da valorização da moeda sul-coreana, o won. Essa mudança reduz a competitividade da montadora e acirra a disputa com as marcas japonesas.
O conglomerado Hyundai-Kia pretende investir em segurança e tecnologia para garantir a evolução das vendas mesmo diante do período de baixo crescimento da economia global. A companhia também trabalha para reverter a redução de sua participação nos Estados Unidos, seu segundo maior mercado depois da China. David Zuchowski foi nomeado para liderar a operação na região com o desafio de retomar o espaço perdido.