
É importante ressaltar que o HB20 não será visto ao lado dos Hyundai importados nem dos modelos montados em Anápolis, como o Tucson e os caminhões HR e HD78. Isso também não impede que o grupo Caoa venda o modelo nacional. A Hyundai já estuda cotas do HB20 para Carlos Alberto de Oliveira Andrade, que pretende ter mais de dez revendas dedicadas ao carro brasileiro.
Para comercializar o modelo nacional, ele precisará, como todos os novos concessionários, usar revendas exclusivas. O HB20 não vai dividir showroom com Tucson e Azera, por exemplo, nem com veículos de carga. As novas lojas usarão a sigla HMB (Hyundai Motor Brasil), um pórtico azul e uma bandeirinha verde-amarela. As revendas dos carros importados ou montados em Goiás terão pórtico prateado e a palavra Importados ao lado. “As opções de fachada foram sugeridas pelos concessionários”, afirma o gerente de desenvolvimento de rede, Marcelo Assis.
“Os novos revendedores são variados. Há empresários que terão apenas uma loja e outros com mais”, diz. Ele admite que a Caoa deseja ter mais de dez revendas do HB20 e informa que até março haverá 200 concessionárias HMB. Neste momento há 156 delas em processo de nomeação. A rede estará mais concentrada no Sul e no Sudeste. Uma medida sensata estabelece que até que o fim de 2013 todas as revendas com a marca Hyundai (inclusive as antigas, de importados) devem estar aptas a atender o HB20 para revisões e serviços.
DO SEGURO À MÃO DE OBRA, VÁRIOS ITENS TABELADOS
Além da garantia de cinco anos, a Hyundai informa que haverá uma tabela nacional para peças e que a mão de obra terá o mesmo valor em todo o País, R$ 150 a hora. Nas revisões de 10 mil e 20 mil do HB20, o cliente só pagará óleo e filtros; a mão de obra não será cobrada. As revisões terão sempre preço fechado. Interessante também a ação adotada para o seguro: independentemente de seu perfil, o comprador do carro pagará R$ 1,3 mil de seguro para o 1.0 e R$ 1,6 mil para o 1.6.