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Impacto do vulcão nas aéreas pode superar 11/09

A Associação Internacional do Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês) está revisando de US$ 200 milhões para US$ 250 milhões sua previsão de custo diário para as companhias aéreas em termos de receita perdida por causa da nuvem de cinza vulcânica na Islândia que está provocando o caos na Europa.
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Redação AB

19 abr 2010

2 minutos de leitura

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O presidente da Iata, Giovanni Bisignani, criticou a forma como as autoridades europeias estão lidando com a situação. Ele prevê que em algumas semanas, essa será uma história muito embaraçosa, quando for feita uma análise da crise e de suas consequências. “Essa é uma situação embaraçosa para a Europa”, disse ele, destacando que demorou cinco dias para que os governos organizassem uma conferência em nível ministerial para tratar do assunto.

Os ministros de Transportes da União Europeia deverão promover uma videoconferência ainda hoje sobre a nuvem de cinzas gerada pela erupção de um vulcão na Islândia. As companhias aéreas insistem que as restrições que até o momento levaram ao cancelamento de mais de 63 mil voos precisam ser reavaliadas depois que diversos voos de teste bem-sucedidos feitos durante o final de semana indicaram menor risco de danos às aeronaves do que o que se temia antes.

Bisignani pediu que os governos e as autoridades da aviação civil permitam que as aeronaves operem em corredores específicos e implementem procedimentos especiais de pouso e decolagem. Ele disse também que quando a nuvem desaparecer pode levar de três a seis dias para que as empresas aéreas voltem a operar normalmente, o que significa que o setor terá enfrentado ao menos 10 dias de turbulência.

As informações são da Dow Jones.


Fonte: Agência Estado.