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Implementos: abril é melhor mês de 2013

A indústria de implementos rodoviários permanece em recuperação. Abril foi o melhor mês do quadrimestre para os fabricantes, tanto na linha pesada como na leve. “Esse resultado indica que há tendência de crescimento no setor para 2013, confirmando as previsões feitas no início do ano”, diz o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários (Anfir), Alcides Braga. Em fevereiro, a entidade divulgou sua estimativa de crescimento para 2013 em 6,59%.
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Redação AB

07 mai 2013

2 minutos de leitura

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As vendas de reboques e semirreboques em abril foram de 6.306 unidades, resultado superior aos demais do ano (janeiro, 5.010, fevereiro, 4.397 e março, 5.337 unidades), totalizando no quadrimestre 21.050 produtos. Dessa forma, o segmento pesado registrou nos primeiros quatro meses de 2013 crescimento de 27,04%.

Em abril, o segmento de carrocerias sobre chassi vendeu 9.727 produtos. O resultado é superior aos demais do quadrimestre (janeiro, 8.628, fevereiro, 6.899 e março, 8.356), totalizando 33.610 unidades, mas 14% inferior ao registrado nos mesmos quatro meses do ano passado.

As maiores quedas ocorreram nos graneleiros/cargas secas (-18,3%) e nas betoneiras (-17,67%). Os baús de alumínio/frigoríficos também apresentaram queda significativa de 12,36% nos primeiros quatro meses do ano. As únicas altas no segmento de carrocerias sobre chassi ocorreram, segundo a Anfir, para os tanques (19,47%) e baús lonados (17,86%).

Clique aqui para ver o estudo completo da Anfir.

DESEMPENHO NO PRIMEIRO TRIMESTRE

A produção da indústria brasileira cresceu 0,7% em março sobre fevereiro, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A alta, contudo, está inserida em uma curva de oscilação porque houve expansão de 2,7% em janeiro e queda de 2,4% em fevereiro.

Para o diretor executivo da Anfir, Mario Rinaldi, a oscilação entre crescimento e recuo reflete-se de forma moderada nas vendas de implementos rodoviários. “Os empresários de transporte avaliam o comportamento da economia para adequar suas frotas. Sem uma alta consistente, não há procura imediata por produtos para atender o transporte de mercadorias e com isso uma parte das compras é adiada”, explica.