Durante o ano a movimentação do setor foi impulsionada pela isenção do IPI (que abrangeu automóveis, caminhões, linha branca e materiais de construção civil), mercado agrícola em alta, investimentos em infraestrutura e mercados emergentes em recuperação durante a crise financeira.
César Pissetti, vice-presidente da entidade, afirma que o setor se prepara para uma forte demanda nos próximos anos, com investimento de US$ 111 bilhões previsto para a exploração do petróleo na camada do pré-sal. O mercado agrícola também deve expandir-se e aumentar a demanda do setor, com a safra da soja avançando 5% no próximo ano.
As projeções para 2010 são de crescimento entre 8 e 10% ante o registrado em 2009, para um faturamento de R$ 4,9 bilhões. “Em anos eleitorais percebe-se aquecimento no setor de construção civil e acreditamos que neste ano não será diferente. O aumento do crédito imobiliário vai aquecer o setor”, aposta Pissetti.