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Importadores da Abeiva crescem 175%

Os importadores de automóveis associados à Abeiva encerraram o primeiro semestre com bons motivos para comemorar: o setor emplacou 41.800 carros, contra 15.182 veículos no mesmo período do ano passado. “Faltaram apenas 200 unidades para alcançarmos o volume comercializado em todo o ano de 2009”, lembra José Luiz Gandini, presidente da entidade.
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Giovanna Riato

15 jul 2010

2 minutos de leitura

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O crescimento foi motivado pela estabilidade do câmbio, chegada de novos modelos e crescimento da rede de distribuição das marcas. Na comparação mensal a expansão foi mais modesta, com avanço de 2,6%. O dirigente da associação esclarece que o ritmo caiu porque faltaram produtos. “Ninguém esperava esta demanda, a verdade é que faltou carro”, aponta.

O ritmo aquecido faz com que a entidade mantenha a projeção de que o setor vai vender 80 mil carros em 2010. Gandini acredita que é possível até superar este volume, mas para isso é necessário resolver alguns gargalos na logística.


Desafios

Paulo Kakinoff, presidente da Audi Brasil e diretor da Abeiva, aponta que a importação de automóveis sofre com a falta de navios e rotas disponíveis para atender a demanda do mercado interno. Outro fator é a carência de capacidade produtiva: “disputamos produtos com países da Ásia e Europa Oriental”, avalia o executivo.

Nas grandes capitais, as marcas enfrentam ainda dificuldade para encontrar pontos de vendas e até locais para manter estoques. Segundo a entidade, o setor está avançando nas regiões norte, nordeste e centro-oeste, onde a presença dos importadores era fraca. Como as localidades não tinham estrutura para o setor, também fica mais difícil encontrar mão de obra qualificada.