
O executivo, que também chefia a Kia do Brasil – responsável por 60% das vendas dos associados da entidade – chega com a ousada meta de contabilizar um crescimento de pelo menos 70% nas vendas deste ano em relação a 2009. Ele projeta a comercialização de 80 mil unidades durante o ano.
“Os importadores pretendem trazer pelo menos 37 novos produtos ou reestilizações”, explicou Gandini, salientado que o número de concessionárias dos associados da Abeiva subirá de 370 para 460 em 2010.
O presidente da Abeiva não acredita que a retaliação sobre os produtos automotivos norte-americanos se confirme. Segundo o executivo, as principais marcas afetadas seriam o Jeep e a BMW. O restante dos importadores não traz produtos dos Estados Unidos. Se a taxa de importação aplicada a esses carros subir de 35% para 50%, como foi estipulado, a alta no preço final será de até 12%.
Em fevereiro as 22 marcas associadas à entidade emplacaram 5.422 veículos, expansão de 6,9% contra janeiro e de 170,8% em relação a fevereiro de 2009. Gandini atribui o bom resultado ao câmbio, disponibilidade de crédito e expansão das operações.
Até o fim do ano a Abeiva aguarda a filiação de ao menos três novas marcas: Ferrari, Maserati e Bentley.