
Até lá, ele diz, o setor terá de enfrentar a ociosidade superior a 50% da capacidade produtiva na indústria de autopeças. O caso é mais grave ainda para fornecedores de componentes para veículos pesados, que administram sobra superior a 70% do potencial instalado.
Ioschpe voltou a falar que essa é a pior crise já enfrentada pela indústria de autopeças no Brasil. Segundo ele, a dificuldade está mais relacionada à recente expectativa de crescimento frustrada do que, efetivamente, com o volume atual de produção em torno de 2 milhões de veículos por ano. “Nos preparamos para patamares bem maiores”, observa.
O presidente do Sindipeças fala mais sobre este e outros assuntos na Revista Automotive Business de agosto, disponível aqui em versão eletrônica.
Assista aos principais trechos da entrevista de Dan Ioschpe para a Revista AB:
