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“Para a Iveco, é gratificante integrar os esforços dos Corpos de Bombeiros para tornar essa admirada instituição cada vez mais forte. A marca Iveco completou 40 anos na última semana, mas somos uma empresa que nasceu da união de outras tradicionais companhias, como a alemã Magirus, empresa detentora da mais alta tecnologia no desenvolvimento e na fabricação de veículos e equipamentos de resgate e combate a incêndios, fundada em 1864”, afirmou Marco Borba, vice-presidente da Iveco para a América Latina, que esteve presente na cerimônia de entrega dos veículos, que contou com a presença do governador Geraldo Alckmin e do comandante geral do Corpo de Bombeiros de São Paulo, coronel Marco Aurélio Alves Pinto.
Entregues pela concessionária Iveco Cofipe, por meio de licitação pública, as unidades foram fabricadas sobre o chassi dos caminhões semipesados Iveco Tector 170E28 4×2, com motores NEF 6 de seis cilindros, da FPT Industrial, que desenvolve 280 cv de potência. O câmbio é o automático Allison série 3000, de seis marchas.
O modelo é preparado com um tanque de 5 mil litros de água, bomba de incêndio com comandos automatizados de pressão e vazão, que fazem parte dos sistemas anti-incêndio da Iveco. O recurso gerencia o bombeamento a partir da tecnologia TPG, um módulo eletrônico que troca informações com o motor e transmissão, gerenciando a pressão e o volume de água.
Segundo Marco Mello, diretor Iveco para veículos de combate a incêndio, o conjunto das configurações do Tector 170E28 foi um diferencial nas negociações durante o processo de licitação: “A Iveco está na vanguarda dos mais variados segmentos, sendo este setor de combate a incêndio um dos que mais evoluíram em termos de tecnologia, estando em linha com os elevados padrões internacionais”.
Mello destaca que a automação de determinados dispositivos é peça fundamental no aprimoramento das atividades do Corpo de Bombeiros. “O câmbio e o motor gerenciados eletronicamente permitem que os oficiais se concentrem exclusivamente na sua missão de salvar vidas, sem ter a necessidade de se preocupar com a troca de marchas ou no controle de pressão da água, como é o caso do sistema TPG”, finaliza.