
Com investimento de R$ 80 milhões, a marca triplica a capacidade de montar semipesados e pesados de seis mil para vinte mil unidades por ano.
A linha de montagem foi planejada no país, atendendo os conceitos de produção de classe mundial da empresa e do Grupo Fiat.
“Estamos nos posicionando no nível mais alto de produtividade da indústria de caminhões brasileira”, assegura Marco Mazzu, presidente da Iveco Latin America, que pretende avançar no ranking de veículos comerciais.
Angel Fiorito, diretor industrial para America Latina, explica:
1. A unidade reúne as melhores práticas da produção industrial e visa à eliminação de desperdícios de energia, materiais e de esforço humano.
2. O resultado é a simplicidade e flexibilidade produtiva, maior segurança, ergonomia e agilidade para o trabalhador e maior qualidade final dos produtos.
3. A mesma linha permite montar cinco modelos e atender novos projetos.
Na nova unidade são produzidos caminhões com PBT acima de 16 t:
– os pesados Stralis, Trakker e o Cursor, recém-lançado;
– os semipesados Tector e EuroCargo.
Embora a crise tenha afetado o setor de veículos comerciais como um todo, a Iveco já vinha obtendo bons resultados antes do tsunami. Em 2008 a marca vendeu 12 mil caminhões e manteve o propósito de lançar duas novas famílias de produtos por ano.
A produção em 2008, no entanto, foi mais longe.
Incluindo-se os 27 modelos da família de caminhões leves Daily (3,5 e 7 toneladas de PBT) e o comercial leve Fiat Ducato, a produção total da fábrica somou 29.600 unidades.
Com a nova instalação inaugurada a capacidade total em Sete Lagoas sobe para 70 mil unidades de veículos comerciais por ano. No local também funciona a fábrica de motores diesel operada pela FPT Powertrain Technologies, também do Grupo Fiat.
O complexo da Iveco no Brasil reúne 1.500 postos de trabalho. No mundo todo a empresa emprega 28 mil pessoas e possui 27 fábricas em dezesseis países. A marca tem mais de seis mil concessionárias em uma centena de países.
O portifólio global inclui caminhões leves, médios e pesados, ônibus, veículos comerciais para aplicações militares e fora de estrada, bombeiros, defesa civil.