No Brasil, que resistiu melhor ao impacto dos problemas internacionais, a empresa trabalha para levar a marca a uma participação de 10% nas vendas domésticas. No primeiro semestre a empresa ficou com apenas 4,27% dos emplacamentos de automóveis.
A Renault lançou sete veículos nos últimos três anos e pretende reforçar a presença na faixa dos R$ 20 mil a R$ 30 mil, coberta pelo Clio e Logan. A marca busca brechas em alguns segmentos, olhando com maior atenção para o segmento de picapes e outras oportunidades.
Outro objetivo é reforçar a rede de concessionárias, decisiva para novas conquistas no país.
Carlos Ghosn, de passagem pelo Brasil, disse que a Renault deve se voltar para veículos mais populares, em complementação à linha atual. Essa seria a principal estratégia para ganhar volume de vendas e participação em um mercado doméstico cada vez mais disputado.
A fábrica de São José dos Pinhais tem capacidade para 250 mil veículos/ano e emprega 4.500 funcionários. Mesmo atendendo Nissan e Renault, a ociosidade beira 50%.
Fontes: Reuters e UOL.