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JCB anuncia novo presidente para operações no Brasil

A JCB, fabricante de máquinas e equipamentos de construção, anuncia a contratação de José Luis Gonçalves para assumir o cargo de presidente da empresa no Brasil, no lugar de Carlos Hernández, que após nove anos à frente da empresa no País foi transferido para a Inglaterra, matriz da empresa, e de onde conduzirá as operações de vendas da companhia para Europa e Rússia.
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Redação AB

14 mai 2015

2 minutos de leitura

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Com mais de 20 anos de experiência nas áreas técnicas e comerciais no setor automotivo, Gonçalves passou por empresas no Brasil, de onde comandou organizações também para a América Latina, bem como Suécia e Estados Unidos. Entre as empresas que trabalhou, estão Denso, Electrolux e o Grupo Volvo. Antes de assumir a presidência na JCB, o executivo foi presidente para a América Latina da FPT Industrial, divisão fabricante de motores do Grupo CNH Industrial, que anunciará seu novo presidente para o Brasil no próximo mês.

Gonçalves chega para reforçar os planos de crescimento dos negócios da JCB a partir do fortalecimento da rede de distribuição e de investimentos em programas de nacionalização de produtos. Entre as metas, também está a expansão das exportações para outros mercados além do Mercosul.

“O Brasil é um mercado de grande relevância para a JCB. Prova disso foi o investimento de R$ 350 milhões na nova fábrica, inaugurada em 2012, com capacidade produtiva de 10 mil máquinas por ano. Em 2015, reafirmamos o compromisso com o mercado brasileiro e vamos investir para aumentar a produção local, com a meta de atingir o Finame para mais produtos”, comenta o novo presidente.

Ele aposta na expansão da companhia a partir da alta demanda por infraestrutura no País. Citando dados de 2014 do International Institute for Management Development (IMD), o Brasil perdeu competitividade no mercado por diversos motivos, inclusive por falta de investimento em infraestrutura, passando a ocupar a 58º posição em infraestrutura básica em um ranking dos 60 países pesquisados.

“Isso demonstra carência, mas também grande potencial de investimento, principalmente por existir demanda, se analisarmos os dados de vendas de máquinas do nosso segmento em comparação com o setor de caminhões, ônibus, e máquinas agrícolas, nos quais o Brasil já ocupa o Top 5 em rankings mundiais”, conclui.