
Quem o substitui no País é Johannes Roscheck, que já havia atuado no Brasil dentro do Grupo VW entre 1997 e 2001. Depois disso retornou à Europa, onde liderou o departamento financeiro da Audi na Hungria. Nos anos recentes foi um dos fundadores de uma empresa de consultoria do setor automotivo com sede em Curitiba (PR).
Hoffman assumiu a Audi Brasil em setembro de 2013 e em 2015 trouxe a empresa de volta à condição de fabricante de veículos no Brasil. Como se sabe, a Audi monta o A3 sedã e o utilitário esportivo Q3 em São José dos Pinhais (PR), ao lado dos Volkswagen Fox e Golf.
Desde a chegada de Hoffman até 2015 a Audi subiu da 19ª para a 14ª posição entre as marcas com maior volume de vendas no País e do terceiro para o primeiro posto no segmento premium, superando BMW e Mercedes-Benz. Em 2015 também atingiu o próprio recorde de unidades emplacadas no País, 17,5 mil.
Em 2016 suas vendas recuaram 33,9% como consequência da crise econômica. Foram 11,6 mil unidades. No ranking geral caiu para o 15º posto e entre as premium passou ao segundo lugar, mas mesmo assim ficou apenas 258 carros atrás da BMW.