Paulo Herrmann, diretor para a América do Sul, entende que o pior já passou. A companhia tem, atualmente, pedidos de colheitadeiras para um mês e meio de atividade, 30% menos que no ano passado.
A unidade será reativada com ritmo de produção de 13 máquinas por dia, em vez das 24 por dia para as quais foi planejada. Nesse ritmo, a carteira de pedidos corresponde a cerca de 400 unidades.
Fontes: Zero Hora e Estadão.