
A proposta da companhia remete a uma arquitetura dual, com um sistema para a bateria tradicional de 12 volts e outro para a nova, de 48 volts, que permite otimizar a geração e consumo de energia. Segundo a empresa, a tecnologia micro-híbrida tem potencial de levar a economia de combustível a até 15% de estará disponível para teste nos fabricantes de veículos em dezembro.
Shemanski relata que sistemas micro-híbridos como o proposto serão capazes de atender as necessidades da indústria automobilística a custos muito menores do que as soluções híbridas ou baseadas em veículos elétricos. A bateria de 48 volts foi concebida com a capacidade de capturar rapidamente energia de frenagens e pode atender cargas elevadas como as exigidas pelo ar condicionado e tecnologias de chassis ativos. A bateria de 12 volts continuará a suprir energia para a partida do veículo, luzes internas e externas e sistemas de entretenimento, como rádios e DVD players.
As células de íon-lítio e os protótipos dos sistemas completos para a bateria micro-híbrida serão produzidos em plantas de manufatura da Johnson Controls em Holland, Michigan, nos Estados Unidos. Shemanski prevê que a tecnologia micro-híbrida será adotada primeiro na Europa, para atender as exigências de emissões na região, e rapidamente migrará para os Estados Unidos. A adoção global se daria por volta de 2020.
(Com informações da Johnson Controls)