
A venda incluiu ativos da Johnson Matthey em seu centro de tecnologia de baterias em Oxford e aqueles do centro de tecnologia de baterias em Billingham, ambos na Inglaterra. Um centro de pesquisa em Moosburg, Alemanha, e um local parcialmente construído em Konin, Polônia, também estão incluídos na transação.
Retorno “insuficiente”, alega a Johnson Matthey
“Tomamos a decisão de sair dos materiais de bateria devido aos retornos insuficientes, aumento da comoditização de materiais de bateria combinado com a necessidade de investimentos de capital muito altos para nos mantermos competitivos”, justificou o executivo-chefe Liam Condon.
Pelos lados da EV Metals Group, a aquisição é apontada como uma oportunidade de expansão da oferta da empresa neste mercado. A Johnson Matthey mantém escritórios no Brasil – em São Paulo e no Paraná.