
A companhia alega que o problema não oferece risco à segurança dos ocupantes dos carros. Em 2009, quando detectou o defeito, a Volkswagen emitiu comunicado para autoridades como DPDC, Procon e Ministérios Públicos de diversos estados.
Na época, os órgãos aceitaram a proposta da montadora de convocar os proprietários dos veículos afetados para verificação e troca gratuita de óleo. A empresa concedeu ainda extensão da garantia dos veículos.
O desembargador Carlos Cini Marchionatti, responsável pela decisão da justiça do Rio Grande do Sul, alegou que a determinar que a Volkswagen realizasse o recall poderia prejudicar a imagem e o prestígio da fabricante. Além disso, ele destacou o compromisso da empresa com a qualidade de seus produtos e serviços.