
O compressor mecânico ou supercharger utilizado na Ninja H2 foi projetado por uma equipe de engenheiros com ajuda de outras empresas do grupo Kawasaki, como a Gas Turbine & Machinery Company, Aerospace Company e a Corporate Technology Division. Diferente dos turbos, acionados pelos gases de escape, o compressor mecânico da Ninja H2 é conectado ao virabrequim por polia e correia.
Aproveita a energia gerada pela rotação do motor para “soprar” mais ar dentro do motor. O Ford EcoSport e o Fiesta utilizaram recurso semelhante no começo da década passada, no motor Rocam 1.0.
LINHA 2016
O lançamento da Ninja H2 serviu também de pretexto para a apresentação de parte da linha 2016 e até de um modelo inédito no Brasil, a Z 300, moto de média cilindrada que utiliza o motor da Ninja 300 e deve se tornar a Kawasaki mais acessível entre aquelas voltadas para uso no asfalto.
Em abril chega a nova todo-terreno Versys 650, com preços entre R$ 32.990 e R$ 35.990 (esta com freios ABS). A Kawasaki terminou 2014 com 7,1 mil motos emplacadas, volume 20,5% menor que o registrado em 2013. Na comparação com 2011, o melhor do segmento, a retração é de 32,9%. As concessionárias encolheram de 50 para 40 atualmente, segundo a própria Kawasaki.