
A fábrica é a primeira da Kia na América Latina e terá 60% de seu volume destinado ao mercado norte-americano, 20% abastecerá a demanda do México e outros 20% serão enviados para outros países do continente, incluindo o Brasil. A empresa espera que a operação regional reduza a pressão sobre outras unidades globais da Kia, que até então tinham de atender a demanda latino-americana.
A fabricante aponta ter buscado o menor impacto ambiental possível para a unidade e nível tecnológico elevado para o processo produtivo. A empresa aponta que a área de estamparia da unidade é a maior da Kia no mundo, com linha de prensas de 18 metros de altura e 3,8 mil toneladas. O equipamento recebeu US$ 75 milhões do aporte total feito na fábrica.
“Assim que a produção em massa começar, levará menos de um minuto para que um carro saia pronto da nossa linha de montagem, fazendo da planta uma das mais produtivas da Kia no mundo”, conta Seong-Bae Kim, presidente da montadora no México. A fabricante espera gerar 14 mil empregos diretos e 56 mil indiretos na unidade.