
Em 2009, 1,5 mil unidades do Sorento foram vendidas no Brasil. Em 2010, a demanda subiu para 4,2 mil, e, em 2011, saltou para 10 mil Sorento. As vendas só foram retraídas em 2012, para 6,1 mil, por causa do aumento dos 30 pontos no IPI de veículos importados de fora do Mercosul ou do México.
“O segmento de SUV grande, com sete lugares, cresceu muito no País nos últimos anos. Em 2009, respondia por 2,6% das vendas. Em 2011, passou para 4,5%. Em 2012, caiu para 3,7%, em consequência da alta dos 30 pontos no IPI, principalmente porque a maioria desses modelos é importada. Em 2013, deverá retomar para 4,1% de participação de mercado. É ampla a procura porque grande parte dos consumidores deseja robustez e se sente confortável em carros altos. A Kia vai continuar apostando nessas características para o Sorento”, declara Ary Jorge Ribeiro, diretor de vendas da empresa para o Brasil.
O investimento em robustez para o novo Sorento foi feito na sua plataforma, que modificada passou a ter coeficiente de torção 18% maior.
Há duas opções de motorização à gasolina: um V6 de 3.5 litros, que chega a 278 cavalos de potência, e outro 2.4, DOHC de quatro cilindros, com 174 cavalos. Independentemente do propulsor, a transmissão é automática de seis velocidades com opção de troca sequencial. É possível escolher entre tração 4×2 ou 4×4.
Em ambas as versões são de série kit multimídia – com GPS, controle de chamada no volante, bluetooth, câmera de ré e TV -, ar-condicionado digital, piloto automático, teto solar elétrico duplo panorâmico, airbags frontais, freios com ABS e EBD, sensores dianteiros e traseiros, entre outros.
O modelo topo de linha, com motor V6, conta ainda com airbags laterais e de cortina (dez bolsas no total), controle eletrônico de estabilidade (ESP), controle de frenagem em declives (DBC), e sistema EcoSystem, que corrige a direção para economia de combustível.