logo

insumos

Lanxess revisa projeções para cima

A multinacional química alemã Lanxess anunciou na quarta-feira, 19, uma nova meta de 1,8 bilhão de euros de Ebitda para 2018 (sigla em inglês signigica lucro antes de juros, impostos e depreciação de ativos). Anteriormente, a empresa havia previsto objetivo de 1,4 bilhão de euros para 2015, mas este valor deve ser atingido ainda em 2014. O indicador tem crescido a uma taxa anual de 20% desde 2004, quando a companhia foi criada a partir de uma reestruturação do grupo Bayer. Na ocasião, a Lanxess assumiu a divisão química e parte da área de polímeros.
Author image

Redação AB

19 set 2012

2 minutos de leitura

No ano passado, o resultado foi de 1,146 bilhão de euros. Para 2012 a empresa reiterou a previsão de crescimento de 5% a 10% do Ebitda em comparação com o ano anterior.

Desde a sua criação, a companhia passou por processo de mudanças que incluiu a venda de 25% dos seus ativos. Agora, a Lanxess está em fase de aquisições, além de ter ampliado significativamente a sua atuação nos mercados emergentes. Segundo o presidente do conselho de administração, Axel Hetimann, outro importante vetor de crescimento foi o foco em produtos de maior margem, além de um rígido controle de custos.

Desde 2005, a participação da América Latina nos negócios passou de 3% para 13%. A Ásia passou de 10% para 25% no mesmo período. “Os mercados europeus estão estagnados e não esperamos que isso mude”, afirmou. No ano passado, os mercados emergentes representaram 36,5% dos negócios da companhia e neste ano a fatia já se aproxima de 40%.

Durante evento promovido pela companhia na quarta-feira, 19, o diretor financeiro Bernhard Duettmann destacou que os investimentos nos mercados emergentes têm permitido a produção em locais mais próximos dos clientes, reduzindo os prazos de entrega e balanceando a exposição da empresa em diferentes moedas. “Os consumidores da classe média em países como China e Índia demandam cada vez mais novos produtos”, afirmou o executivo.