
“No desenvolvimento de um carro novo, por exemplo, será possível trabalhar com terceiros em atividades mais nobres. Hoje já se faz isso, mas com o risco de ações posteriores pela não contratação”, recorda o dirigente. Ele cita também as vantagens da nova lei para as atividades logísticas e de manutenção realizadas dentro das montadoras, que muitas vezes já são terceirizadas e resultam em disputas na Justiça.
Sobre os empregos nas linhas de montagem, o presidente da Anfavea afirma que não se cogita a terceirização ou transformação dos operários em pessoas jurídicas. “O setor automotivo não aprova a precarização do trabalho”, garante.