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Lexus quer crescer mais de 70% em 2016

Com oito pontos de venda abertos em cerca de um ano dentro da rede Toyota e também com a chegada do RX 350 (veja aqui), a Lexus espera vender até o fim do ano cerca de 700 carros, o que resultaria em alta superior a 70% em relação a 2015. “Podemos crescer até mais que isso por causa da retomada da produção japonesa, prejudicada por um terremoto no primeiro semestre”, afirma o vice-presidente da Lexus Brasil, Miguel Fonseca.
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07 jul 2016

2 minutos de leitura

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As vendas estarão apoiadas no próprio RX 350, em outro SUV menor, o NX 200t, e também no CT 200: “Adotamos uma estratégia baseada em utilitários esportivos e no modelo híbrido”, diz o executivo.

Os volumes ainda são pequenos se comparados não só com Audi, BMW e Mercedes, mas também com a Volvo, que no acumulado até junho deste ano registra mais de 1,6 mil carros emplacados, mas a direção da empresa japonesa diz não ter pressa: “Não aspiramos superar outras marcas. Até mesmo na Europa nossa intenção sempre foi crescer de maneira sustentável”, diz Fonseca.

Sobre o fato de não haver mais concessionárias exclusivas para a marca premium além daquela instalada num bairro nobre da cidade de São Paulo, o executivo recorda: “A Volkswagen também utilizou sua rede europeia para expandir a Audi.”

CONCESSIONÁRIA PAULISTANA

Com cerca de 100 carros entregues no primeiro semestre, a revenda Lexus da Rua Colômbia pertence ao Grupo Tsusho como aquela que havia na Av. das Nações Unidas
(veja aqui). Embora não haja oficina, a unidade tem uma recepção de pós-venda onde o cliente pode aguardar enquanto o carro passa pelos serviços em uma concessionária Toyota de São Caetano do Sul.

Ele tem também a opção de utilizar um carro-reserva Lexus diferente do seu e experimentar um utilitário esportivo enquanto faz a revisão de sedã. A loja tem também uma seção de seminovos no subsolo. “A cada dois novos vendemos um usado”, afirma o gerente-geral da concessionária, Mariano Ricoy.


Concessionária Lexus da R. Colômbia não tem oficina própria, mas há um setor de usados no subsolo.