Em contrapartida, a receita do grupo cresceu 10,5% no período acumulado até junho, para € 37,5 bilhões. Em sua composição, os negócios da divisão de serviços financeiros foram os que mais cresceram, com aumento de 15,6%, para € 9,6 bilhões. Em volume de receita, a divisão automotiva continua como maior geradora, € 33,5 bilhões, e crescimento de 8%. A divisão de duas rodas (BMW e Husqvarna) contribuiu com € 858 milhões, leve alta de 1,3%.
As vendas do grupo subiram 8,1% no primeiro semestre contra igual período de 2011, para 900,5 mil unidades, das quais 747 mil foram BMW, 151,8 mil Mini e 1,6 mil Rolls-Royce. A produção deste ano ficou 3,7% acima da registrada entre janeiro e junho de 2011, para 912,6 mil veículos. No mesmo período, as entregas de motocicletas ficaram perto da estabilidade, com pequeno aumento de 0,5%, para 64,4 mil unidades vendidas em todo o mundo.
A companhia manteve suas projeções de lucro para este ano, mas alertou para as duras condições do mercado. A BMW tem como meta um lucro antes de impostos maior neste ano e vendas globais recordes para as três marcas BMW, Mini e Rolls-Royce, depois de ter vendido 1,67 milhão de veículos em 2011. A margem sobre os ganhos antes de juros e impostos da divisão automotiva deve ficar entre 8% e 10% neste ano, “desde que o clima econômico global não piore mais”, informa o relatório.