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Balanço

Lucro da Scania cresce 3,1% até setembro

O lucro líquido da Scania foi 3,1% maior no acumulado de janeiro a setembro na comparação com igual período do ano passado, passando de € 461 milhões para € 475 milhões, informa a montadora em comunicado. Com crescimento de 7% na mesma base de comparação, o lucro operacional alcançou os € 692,2 milhões, enquanto o faturamento cresceu 6,1%, para € 7,14 bilhões.
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Redação AB

23 out 2014

2 minutos de leitura

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O segmento de veículos gerou lucro operacional de € 606,7 milhões, incremento de 2,6% nos nove meses do ano. Já o segmento de serviços financeiros registrou expressivo aumento de 53,6% do lucro operacional, para € 85,5 milhões contra os € 55,6 milhões de igual intervalo de 2013.

“Efeitos combinados entre uma taxa de câmbio positiva e volume superior no segmento de serviços compensaram um mix mais fraco do mercado”, observou Martin Lundstedt, presidente e CEO global da Scania.

Em nove meses, a Scania produziu 62,3 mil veículos, entre caminhões e ônibus em todo o mundo, volume 4% menor do que o anotado nos meses entre janeiro e setembro de 2013. As vendas totalizaram 56,1 mil unidades, consideradas estáveis com relação às do ano passado.

Todas as regiões de negócios registraram aumento dos negócios de caminhões, exceto Eurásia e América Latina. A Europa lidera as vendas da marca em volumes, apesar da queda de 12% da produção nos nove meses do ano, para 25,8 mil unidades. Destas, 23 mil unidades foram entregues, 10% acima do registro de igual período do ano passado. Ásia cresceu em ritmo muito acelerado, com alta de 58% das vendas e de 72% da produção, para 8,6 mil e 11,2 mil unidades, respectivamente. Na África e Oceania houve incremento dos negócios, com altas de 16% e 8%.

Na América Latina, a Scania viu produção cair 23%, para 12 mil caminhões, enquanto as vendas recuaram 31% entre janeiro e setembro sobre iguais meses de 2013, para 12,1 mil unidades. O mesmo cenário foi observado no segmento de ônibus, com avanço das vendas e produção na Europa, Ásia, África e Oceania e retração na Eurasia e América Latina.