
Do lado oposto, a atividade se retraiu no Brasil e na China. O faturamento da empresa sueca cresceu 13,3% nos 9 meses do ano, chegando a € 24,8 bilhões. A alta, mais discreta, evidencia o resultado das vendas. As entregas de caminhões do grupo diminuíram 6%, para 148,9 mil unidades, as de máquinas de construção baixaram 27%, para 35,7 mil equipamentos. Já os negócios de ônibus cresceram, com alta de 28%, para 16,2 mil unidades.
No relatório financeiro distribuído aos investidores, o CEO interino da Volvo, Jan Gurander, destacou que a performance do mercado global de caminhões até setembro estava em linha com as expectativas da companhia. O executivo destacou que a empresa estava pronta para o enfraquecimento dos negócios no Brasil e apontou que a Ásia, com exceção da China, permaneceu estável.