Excluindo os efeitos cambiais, a receita teria aumentado 2,5%, segundo a Renault.
Em seu relatório, o grupo destaca a contribuição da Avtovaz para a margem operacional, que subiu para € 204 milhões contra € 55 milhões em 2017, atribuídos ao bom desempenho de novos modelos em um mercado que está se reerguendo a partir da racionalização dos custos.
Pela primeira vez em 13 anos a companhia divulga seu balanço sem o então presidente, Carlos Ghosn.
“O ano de 2018 foi claramente desafiador em que enfrentamos dificuldades esperadas e inesperadas”, disse o novo presidente Thierry Bolloré, acrescentando que os resultados “demonstram a resiliência do grupo”. O executivo assumiu o cargo no lugar Ghosn em 24 de janeiro.
Sob nova liderança, a Renault estabeleceu uma meta de lucro mais baixa para este ano, citando desafios cambiais e incertezas de mercado. Em 2019, tanto o mercado mundial de veículos como para o mercado europeu a empresa acredita que os volumes devem se manter estáveis na comparação com 2018.
Fora da Europa, a companhia acredita que o mercado russo deve ter uma alta de pelo menos 3% e aposta alto no mercado brasileiro, onde prevê crescimento de 10% do mercado de automóveis.