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Balanço

Lucro líquido da Ford cai 19% no primeiro semestre

Esta notícia substitui a anterior sobre o balanço financeiro da Ford, publicada na quinta-feira, 24, que continha dados equivocados.
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Redação AB

28 jul 2014

2 minutos de leitura

O crescimento de 2,3% das vendas globais da Ford no primeiro semestre, para 3,25 milhões de unidades, não foi suficiente para conter a queda de 19,1% do lucro líquido apurado no período, de US$ 2,3 bilhões, contra os ganhos de US$ 2,84 bilhões registrados em iguais meses do ano passado.

A receita recuou 1% nos seis primeiros meses do ano, para US$ 73,3 bilhões, enquanto o lucro operacional teve queda de 15,3%, para US$ 3,98 milhões.

Por região, a América do Sul foi a única onde a Ford registrou aumento significativo do prejuízo, passando de US$ 67 milhões no primeiro semestre de 2013 para US$ 805 milhões neste ano. A receita recuou 24,5% no período, para US$ 4 bilhões, por causa da queda de 16,1% das vendas na região.

Na Europa, onde a maior parte das montadoras ainda se recupera da crise, a Ford apresentou melhora do resultado, diminuindo o prejuízo: US$ 180 milhões contra as perdas de US$ 731 milhões do primeiro semestre de 2013. As vendas da marca subiram 5% no período, para 743 mil unidades, gerando aumento de 13,6% na receita, para US$ 15,8 bilhões.

Já na América do Norte, o lucro operacional caiu 16,4%, para US$ 3,94 milhões. Com vendas 3,9% menores no primeiro semestre, para 1,47 milhão de unidades, a receita caiu na mesma proporção, 3,9%, para US$ 41,6 bilhões.

Do outro lado do mundo, a situação da Ford é particularmente outra: o lucro operacional triplicou na região Ásia-Pacífico, para US$ 450 milhões. Há um ano, esse resultado era de US$ 102 milhões. Resultado do aumento de 26% das vendas, passando de 565 mil unidades no primeiro semestre de 2013 para 712 mil neste ano, o que elevou a receita em 0,6%, para US$ 5,5 bilhões.

Por fim, na região que compreende o Oriente Médio e África, os ganhos operacionais cresceram 28%, para US$ 77 milhões. Com a queda de 5,6 das entregas, a receita recuou 8%, para US$ 2,3 bilhões.