
O lucro operacional se elevou em 11% no mesmo período, para € 748 milhões, incluindo o lucro operacional de € 84 milhões da divisão de serviços financeiros, que com teve leve aumento de 1% devido ao bom desempenho em todas as regiões, incluindo a América Latina e excluindo a Eurásia, onde a receita caiu 18%.
“O maior volume de vendas na Europa, o aumento da receita de serviços aliados aos efeitos cambiais positivos compensaram os menores volumes da América Latina e da Eurásia”, comenta Per Hallberg, presidente e CEO da Scania em comunicado.
No acumulado, as vendas totais de caminhões ficaram 2% abaixo do registrado há um ano, para pouco mais de 51,3 mil unidades. No continente europeu, as vendas da marca sueca aumentaram 33% no período ao passar das 30,6 mil unidades. A região que inclui Ásia e Oceania registrou vendas estáveis, com as mesmas 3 mil unidades, enquanto as demais – Eurásia, América Latina e Ásia – tiveram queda nos volumes. Embora seja o de menor volume, as entregas na Eurásia foram as que tiveram maior índice de queda, 57%, para pouco mais de 1,9 mil unidades, seguida por América Latina, cuja retração foi de 50%, para 6 mil caminhões. Na Ásia, houve recuo de 2%, para 8,5 mil caminhões.
No segmento de ônibus, as vendas mundiais caíram 1% de janeiro a setembro, com a entrega de 4,77 mil chassis. Por região, o desempenho foi um pouco melhor do que o de caminhões, registrando quedas apenas na América Latina, de 20%, e na África e Oceania, de 36%, para 1,49 mil e 547 unidades, respectivamente. Na Europa, houve incremento de 47% com a venda de 1,38 mil unidades, seguida pela Ásia, com vendas 17% maiores com 1,25 mil, enquanto que na Eurásia as entregas somaram 73 chassis, 16% acima do volume registrado no mesmo acumulado de 2014.
As entregas de motores aumentaram 17%, para 6,63 mil unidades em todo o mundo, impulsionadas pelo Brasil, embora os pedidos de reserva demanda tenha diminuído 34% no terceiro trimestre no País, devido ao enfraquecimento da demanda na divisão de motores geradores de energia, influenciado pela baixa atividade dos setores industrial e construção civil, além da baixa demanda por motores industriais.