A GM manterá 35% de participação e os trabalhadores terão os restantes 10%.
O anúncio foi feito na quinta-feira, 10, pela General Motors, depois que o governo alemão confirmou suporte financeiro à operação e decidiu que o acordo representa a melhor solução para os trabalhadores da Opel na região, embora haja ainda diversos pontos em aberto.
O board da GM assegurou que contribuirá de forma efetiva para o desenvolvimento de novos produtos junto à Opel e Vauxhall, que terão acesso à tecnologia do elétrico Volt. Ainda não está claro se a Magna e o Sberbank poderão aplicar tecnologias da GM no mercado russo.
Os funcionários da Opel e Vauxhall devem abrir mão de benefícios e concordar com cortes de custos significativos para viabilizar as operações automotivas na Europa, que se estendem à Alemanha, Reino Unido, Espanha, Polônia e Bélgica e somam 54.500 pessoas. O entendimento envolve também o governo do Reino Unido, interessado em preservar empregos e instalações produtivas.
Fontes: Estadão, Reuters e Automotive Business.