Segundo a Mahle, o banco de provas é capaz de reproduzir o ciclo real de uso, independentemente da aplicação: cidade, estrada, circuito misto, entre outras. A ideia é avaliar como o propulsor vai responder à rodagem e verificar assim os níveis de consumo e de emissões de poluentes. A companhia estima que a margem de erro seja de apenas 0,4%, bem inferior à registrada em um banco convencional, em que a diferença pode chegar a 2%.
Na área de downsizing, a Mahle destaca que o equipamento permite testar cada etapa do desenvolvimento para que a companhia encontre as soluções mais adequadas. “Esse novo banco de provas, devido ao seu alto grau tecnológico, permite avaliações dinâmicas em motores modernos sejam eles de alta performance ou de tecnologia downsinzing”, aponta em comunicado Everton Lopes da Silva, chefe da engenharia experimental de motores e componentes do Centro Tecnológico.