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Mais cidades chinesas podem limitar vendas de veículos

Oito cidades chinesas estudam restringir o número de vendas de veículos para combater a poluição atmosférica. A indústria estima que a medida pode reduzir as vendas no mercado interno em 400 mil unidades, algo em torno de 2% do volume registrado no ano passado. A baixa qualidade do ar é uma das heranças negativas do rápido crescimento da economia chinesa nos últimos anos.
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Redação AB

11 jul 2013

1 minutos de leitura

Algumas metrópoles do país já adotam essa política, como Pequim, Xangai, Guangzhou e Guiyang. Com a restrição, os consumidores precisam comprar licenças concorridas antes de adquirir o automóvel novo. Mesmo com o alto preço do documento, próximo ao do carro, a espera pela autorização pode chegar a três anos.

Segundo a Reuters, o presidente da Lexus, marca de luxo da Toyota, Kiyotaka Ise, destacou que, se a questão é a poluição atmosférica, o governo deveria incentivar a eletrificação veicular. “Existe a possibilidade de que os híbridos pouco poluentes fiquem isentos das restrições”, acredita.

Analistas julgam improvável que as vendas sejam restringidas em mais oito cidades já de imediato. A medida agravaria ainda mais a desaceleração do crescimento econômico da China justamente no momento em que o governo do país trabalha para aquecer o consumo interno.