Algumas metrópoles do país já adotam essa política, como Pequim, Xangai, Guangzhou e Guiyang. Com a restrição, os consumidores precisam comprar licenças concorridas antes de adquirir o automóvel novo. Mesmo com o alto preço do documento, próximo ao do carro, a espera pela autorização pode chegar a três anos.
Segundo a Reuters, o presidente da Lexus, marca de luxo da Toyota, Kiyotaka Ise, destacou que, se a questão é a poluição atmosférica, o governo deveria incentivar a eletrificação veicular. “Existe a possibilidade de que os híbridos pouco poluentes fiquem isentos das restrições”, acredita.
Analistas julgam improvável que as vendas sejam restringidas em mais oito cidades já de imediato. A medida agravaria ainda mais a desaceleração do crescimento econômico da China justamente no momento em que o governo do país trabalha para aquecer o consumo interno.